Presidiários não terão acesso a provas e gabaritos do Enem, diz Inep
http://jconlineblogs.ne10.uol.com.br/blogdofera/2011/11/29/presidiarios-nao-terao-acesso-a-provas-e-gabaritos-do-enem-diz-inep/
O Blog do Fera perguntou ao Inep, órgão do Ministério da Educação responsável pela aplicação das provas, quando os testes seriam disponibilizados para o público.
O órgão informou que “não serão divulgados gabaritos e provas do Enem Privados de Liberdade”, sem justificar o motivo de não mostrar os testes e as respostas oficiais.
No Enem realizado em outubro para cerca de 3,9 milhões de estudantes no Brasil, provas e gabaritos saíram dois dias depois da aplicação do exame.
Depoimento:
Amor
Amigos são estrelas brilhantes

Astros de esplendor constante
Flores gloriosas a embelezar o jardim da "amizade".
Amigos não são artistas ensaiados,
Não expressam sentimentos inexistentes
Até porque, ninguém pode dar a alguém
Algo que não possui.
Amigos não integram o elenco da falsidade
No cenário da vida.
Amigos priorizam a sinceridade.
(Maykon Alexandre de Oliveira)
Esse texto foi escrito por um amigo de um amigo em novembro de 2011.
Amanhã poderia escolher
Se vivo ou morro.
Se vou ou fico.
Se aceito ou rebelo.
Se calo ou grito.
Se sou ou estou.
Se olho ou cego.
Se abro ou fecho.
Se esquento ou esfrio.
Se visto ou desnudo.
Se dou ou nego.
Se entro ou saio.
Se movo ou paro.
Se pego ou largo.
Se luto ou desisto!
Se solto a mão ou aperto o gatilho.
Possibilidades

Há superação para o machismo?
Sim! Nós podemos alterar qualquer coisa que avilta a dignidade! Outro dia no debate a coisa mais importante não foram as falas ou argumentações, mas a disposição das mulheres falarem e dos homens presentes ouvirem!
Assumir que há um mal estar quanto ao que algumas mulheres sentem, vivenciam e combatem é fundamental. Em relação aos homens e mulheres que não se inquietam com nada disso, devemos continuar a colocar nossas ideias pra que não recuar no entendimento que a sociedade é feita por ambos e ninguém deve estar menor em respeito e direitos.
Somos todos responsáveis por nossa reeducação contra as tiranias, sejam elas quais forem.
Os espaços de debate e de diálogo devem ser sempre criados para que sejamos capazes de ouvir e buscar elementos para analisar em que nosso comportamento é oposto ao que acreditamos o ser humano merecer.
Muitos de nós, homens e mulheres, reforçamos nossas tiranias contra o outrem. Todos e todas devemos entender que há tiranias de mutua parte, que se manifestam de modo diferente e nas duas pontas devem ser analisadas e combatidas.
Há uma economia de afetuosidades ou falsas expectativas que de algum modo exigem dos homens serem provedores e as mulheres as acolhedoras! Nos dois casos os limiares de tirania caminham juntos criando imagens inúteis para nosso convívio!
Se não fosse a posição de algumas mulheres e de alguns homens para nos avisar de nossa brutalidade não haveria lugar para nenhuma das mulheres nessa sociedade que não fosse servir aos homens.
Não ser macho é não reforçar a ideia de que mulher é caça e produto servil de nossos desejos!
Não ser macho é evitar ser gentil por interesse! Devemos sempre e para com todas as pessoas ser gentis porque assim nos ajudamos a viver melhor e menos isolados e isoladas!
Ser capaz de ouvir e ter o direito de ser avisado que estás praticando tiranias!
Muitas vezes alimentar e cultivar a suposta incapacidade e fragilidade física das mulheres não é ser cavalheiro, mas reforçar uma mentira e produzir um tipo de tirania travestida de gentileza!
As atrações mútuas amorosas podem nos cegar e evidenciar coisas animalescas, mas elas não podem suprimir por muito tempo o amor próprio e a condição de auto determinação!
As mulheres e homens devemos assumir todas as funções de lazer, trabalho e convívio que não nos faça distantes em nenhum nível da condição humana! Todos e todas temos papeis fundamentais para nosso conforto e desenvolvimento de nossas vidas! Não a função masculina ou feminina e se persistem, devemos dissipá-las com comportamentos opostos!
Nossos filhos e filhas e demais pessoas devem apenas saber que há funções para nossa vida e que delas nos ocupamos para melhor viver! Impelir uma função a alguém é reforçar tiranias!
(Texto escrito por um grande camarada, sempre disposto!)
Antonio Sobreira
Eu vou te engolir...
Eu vou te engolir...
Não fui assim popularizado, mas assim posso ser interpretado.
Assumi uma forma, fui mumificado, endeusado, petrificado e masculinizado.
E antes que eu seja transformado, eu vou te engolir!
Emoção, tensão, angústia, excitação,
Alegria e corrosão, você vai degustar,
Mesmo que para isso tenha que te por a prova, tenha que te provar. Eu vou te digerir.
Eu aproximo para atar, enfio pra incomodar, movimento pra virar do avesso,
Agito pra enlouquecer, encho pra transbordar.
Se mesmo assim você tiver forças para gostar,
Tudo isso de uma forma lenta e dolorida vai arruinar. Eu vou te expelir.
Coleciono experiências de prisão, de amarra, de violência e antilibertação.
Insisto em meu nome: sem camisinha!
Diga sempre sim, nunca não!
Se me buscar eu vou correr de ti,
Se quiser me ouvir eu fico mudo.
Infelizmente só vai poder sentir.
Eu sou o amor e um dia também vou te engolir.
A VIZINHA ROSA
Com certeza ela é muito mais madura,
Tem mais energia e ama a vida!
Amendronta as faces de quem passa em seu caminho
É autêntica e sabe bem o que quer.
Sua maneira decidida incomoda.
Sua objetividade não é grosseira, pelo contrário, é dócil e tolerante.
Seu olhar perspicaz atrai amantes.
Eles gostam de sua companhia.
Elas sempre se encantam e se identificam.
Apesar de sua agradável presença
E de sua intensa crença na liberdade do ser,
Já não suporta a dor de dizer adeus.
Pois, se vê sozinha e fragilizada.
Suas asas de andorinha foram cortadas,
Agora, ela tem medo de voar.
“ DA LUTA EU NÃO FUJO ”: MARGARIDA MARIA ALVES.
Hoje, dia 12 de Agosto, recordamos a morte-martírio de Margarida Maria Alves. Naquele dia 12 de Agosto de 1983, às 17.30, Margarida foi chamada na porta da sua casa por uma voz vindo de fora. Recebeu na hora um tiro de escopeta no rosto; aquele rosto de mulher corajosa e que transmitia confiança a todos ficou completamente desfigurado. Tinha sido avisada várias vezes que a sua vida estava em perigo; “da luta eu não fujo” foi sempre a sua resposta. Margarida era presidente combativa de um Sindicato de Canavieiros, o de Alagoa Grande, na Várzea da Paraíba, amada e respeitada pelos trabalhadores e odiada pelos usineiros. Encaminhava várias ações na justiça em defesa dos direitos dos canavieiros e falava sempre da necessidade da Reforma Agrária. “Eles (latifundiários e usineiros) dizem que nós invadimos as terras deles, (na verdade) companheiros e companheiras eles invadiram nossos direitos” ouvimos muitas vezes esta voz firme de Margarida. No primeiro de Maio de 1983, último da sua vida, afirmava nos seu discurso, na praça de Sapé, que era “melhor morrer na luta do que morrer de fome”. Margarida Maria Alves, mártir da luta camponesa, não foi enterrada, mas “plantada” na terra da Várzea da Paraíba, semente fecunda de muitas lutas e de novas militâncias. Depois da morte dela, no Brejo paraibano nasceu o Movimento das Mulheres Camponesas, algumas delas assumiram a liderança nas mobilizações e a presidência de vários Sindicatos. À Margarida, membro da Pastoral da Terra da diocese de Guarabira, nossa homenagem.
(Testemunho de Pe. Hermínio Canova, coordenador da CPT).
Thomaz Junior.
Não pense que é para você...
Lei Maria da Penha em Cordel


Basta de violência contra as mulheres


fonte: http://www.sintusp.org.br/mulher2.php?titulo=Basta%20de%20viol%C3%AAncia%20contra%20as%20mulheres
A Mulher e o Mundo do Trabalho


Vive-se um aumento significativo do trabalho feminino, que atinge mais de 40% da força de trabalho. É retratando esse cenário que as estatísticas constatam que a força de trabalho informal é feminina e, de modo hierarquizado a divisão sexual e racial do trabalho faz com que, dentro do mercado de trabalho o homem branco ganhe mais que a mulher branca, esta ganhe mais do que o homem negro, e, este ganhe mais do que a mulher negra.

O trabalho realizado pelas mulheres foi se tornando um trabalho invisível, e essa é uma condição fundamental para garantir a manutenção do capitalismo e conseqüentemente de um sistema baseado em valores patriarcais, ou seja, na visão dos homens sobre as instituições. É essencial que esse trabalho seja invisibilizado, para se baratear o custo do trabalho. Nesse caso, o uso da força de trabalho feminina é um dos recursos para o capitalista expandir a extração de mais-valia.

Para tanto, o capital se utiliza para a reprodução social uma instituição específica: a família. Assim como a escola se encarrega da educação. A justiça das leis, o exército da repressão, a família se encarrega da reprodução social.
É preciso lembrar que o trabalho doméstico não é apenas a combinação de tarefas necessárias para a reprodução diária da força de trabalho, para satisfazer as necessidades físicas e psicológicas dos trabalhadores e das trabalhadoras. No âmbito da família busca-se a reconstrução de uma relação entre produção e reprodução que faça sentido para as pessoas. Espera-se que a relação alienada que estrutura o modo capitalista de produção, encontre no seio da família a sua superação; imprimi-se a família a missão de absorver os conflitos das relações de produção dominantes.
No entanto, o que ocorre é a reprodução dessas relações e até mesmo seu agravamento. O trabalho doméstico agrava o processo de alienação vivenciado pela mulher no mercado de trabalho e no conjunto das relações sociais. Além de embrutecê-la, porque toma-lhe o tempo ao aprimoramento intelectual e artístico, a participação política e social, a separa da produção material do conjunto da sociedade ou reserva-lhe um lugar subalterno.

A terceirização em sua maioria atinge as mulheres que além da exploração no trabalho, tem de enfrentar a dupla jornada que se constitui com o trabalho doméstico. O capitalismo tira a mulher de dentro de casa para trabalhar e se exime da responsabilidade das tarefas domésticas, deixando para as mesmas essas responsabilidade. Algumas são chefes-de-família e quase todas realizam as tarefas domésticas sem a ajuda de seus companheiros ou dos filhos, quando muito são as filhas que contribuem com as tarefas.

A opressão é condição necessária para aprofundar as relações de submissão impostas pela união indissolúvel entre o patriarcado e o capitalismo. Portanto, a luta das mulheres por emancipação deve ser também a luta pelo fim do capitalismo.
Nossa luta contra a violência é todo dia, não tem data marcada!
O dia 25 de novembro foi criado pela ONU em 1999 em homenagem as irmãs Mirabal, da República Dominica, mulheres que lutaram contra a ditadura de Leônidas Trujillo e foram mortas neste dia no ano de 1960 à serviço do imperialismo norte-americano. O surgimento desta data fez com que obrigasse a sociedade a encarar e debater uma realidade de milhares de mulheres, mas isso não significou uma luta real contra a violência as mulheres.
Dia da Consciência Negra


Preta é um cor de Respeito
Preta é uma Inspiração
Que articula, que fala,
Preta seu destino é Amor
Preta, ai que saudade!
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